Precisamos de ensinar ás crianças a fazerem pausas e a contemplar momentos dignos de partilha, de espírito mais alegre e entusiasta. Deparamo-nos com os desafios, que as novas tecnologias nos apresentam e ás crianças, por consequência. Os vícios propagam-se em massa e perdem-se estímulos de criatividade. Com o tempo e se não agirmos em tempo útil estaremos a enfraquecer novas gerações e não a permitir o seu desenvolvimento. Perdem-se gestos de empatia e de sinergias diversas. Desvaloriza-se o convívio direto com quem gostamos. Novos hábitos de partilha cada vez com maior distância. Apostemos numa nova geração que se inicia e, que precisa de muito para sentir prazer no que faz, no que sente, quando partilha e comunica de forma direta e assertiva. A seu tempo, a agressividade perderá força face à imposição e evolução dos tempos. As crianças de hoje serão os adultos de amanhã, mas serão muitos mais fortes, seguros e felizes se as ensinarmos a lidar com o improviso. A vida é muito mais do que aquilo que avistamos ou supomos ver virtualmente...
